quinta-feira, 17 de março de 2011

Nada de puxar o tapete

Se tem uma coisa que me deixa aborrecida é gente querendo passar a perna no outro. Gente se achando mais esperto e que pode fazer o que quiser porque 'dane-se' você. Não, não pode.
Algumas situações no nossso dia-a-dia nos permitem avaliar o ser humano e suas peripécias para trapacear. Fila de ônibus, por exemplo, é lugar certo para os 'desavisados'. Ei! Desculpe, mas o fim da filla é lá atrás.
E no banco? Tudo bem, atire a primeira pedra quem nunca encontrou um conhecido e acabou pedindo pra ele pagar a sua conta pra você não encarar a fila gigante? Porém, quando você está do outro lado e observa esta cena, santo Deus! É de dar raiva, né não?
Aí você vai lanchar, pede aquele quibe sequinho e crocante. O que recebe? Um bolinho de carne banhado na gordura que te enjoa na primeira mordida. Ei, senhor! Pode trocar o meu quibe? E recebe outro bolinho de carne banhado... Ei, senhor! Pode devolver o meu dinheiro? Ok, cadê a sua nota? Você não me deu. Você não pediu???! Alouuu, a obrigação é sua de me dar e não minha de pedir e se eu estou com um quibe na mão, se você me deu um segundo porque reclamei do primeiro, o que mais preciso provar que comprei um quibe aqui?
Dia de fúria todo mundo tem. Aliás, já viu esse filme? Vale cada minuto. O que não vale mesmo é esse tipo de gente que gosta de trapacear. Um dito popular muito interessante: "o mal do malandro é achar que todo mundo é otário".

Um comentário:

Ale Quejinho disse...

ai que raiva só de pensar.
ale