quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Quanto vale um sonho?

Acho graça quando ouço de alguém coisas do tipo "Fulana é maluca, gasta um dinheirão em viagens" ou "Fulana não sabe mesmo aproveitar a vida, faz uma festa dessa podendo gastar com outra coisa". Com isso, eu chego a uma conclusão: o ser humano é intrometido.

Sonho é sonho e não se discute. Tem gente que sonha com uma festa de casamento incrível, tem gente que sonha com uma viagem inesquecível e tem gente que não sonha. Há uma grande diferença entre sonho e consumismo. O primeiro, geralmente, é considerado algo difícil de se realizar, que requer um pouco de sacrifício e que dá um prazer enorme quando se concretiza. O segundo é não saber gastar o dinheiro que tem (ou o que não tem). Aí a coisa fica feia, complicada e vira uma bola de neve.

Eu respeito o sonho dos outros. Até porque tenho os meus e sei o quanto é bom imaginar, planejar, enfim, sonhar. Sonho não tem preço. Se é preciso grana para realizá-lo, cada centavo tem seu valor, mas não um valor, digamos, comercial, mas simbólico e que nos mostra que estamos cada vez mais perto de tornar real aquilo que tanto queremos.

Sonho é sonho, gente. Não dá para explicar, por exemplo, porque uma pessoa deseja tanto conhecer um lugar que para outros é apenas 'mais um lugar qualquer'. Sonhos não exigem justificaticas. Eles são feitos para sonharmos acordados até o momento em que, definitivamente, estaremos vivendo aquilo.

Portanto, quanto vale um sonho? Vale a expectativa, o desejo e a satisfação. Na verdade, isso tudo não tem preço.

Um comentário:

Angela Bergamaschi disse...

como diz mastercard...nao tem preço, o mais gostoso é ver a realização...tenho muitos , alguns se realizando e outros a serem realizados, espero muito ..bjos e bons sonhos